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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Recessão desvaloriza alugueis enquanto índices inflacionários voltam a subir


Recessão desvaloriza alugueis enquanto índices inflacionários voltam a subir

Esta é a 18ª queda mensal do indicador, calculado pelo Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o portal ZAP. O levantamento acompanha o valor médio do metro quadrado de apartamentos prontos para alugar

Por Redação – do Rio de Janeiro e São Paulo
A demanda sacrificada, cada vez mais, pela crise econômica do país, ajudou a derrubar o valor médio do aluguel de imóveis residenciais no Brasil. Em novembro, a queda chega a 0,11% em termos nominais ante outubro, para R$ 30 por metro quadrado. Os números foram divulgados, nesta quinta-feira, no índice FipeZap.
O Airbnb anunciou um conjunto de propostas para governos que consideram aplicar novas leis para o aluguel de casas e apartamentos
Para quem procura alugar casas e apartamentos, pela internet, é positiva a queda apresentada nos índices Fipe/ZAP
Esta é a 18ª queda mensal do indicador, calculado pelo Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o portal ZAP. O levantamento acompanha o valor médio do metro quadrado de apartamentos prontos para alugar. A pesquisa é realizada em 11 cidades brasileiras, com base em anúncios na Internet.
O índice FipeZap de locação acumula baixa de 3,21% de janeiro a novembro, e de 3,24% em 12 meses. Descontada a inflação de 6,99% dos últimos 12 meses, a queda real foi de 9,56%, segundo a pesquisa.
Rio de Janeiro continua liderando o ranking de cidades com a locação residencial mais cara (R$ 35,39 por metro quadrado). Em seguida fica São Paulo (R$ 34,90) e Distrito Federal (R$ 31,52). O aluguel mais barato está em Curitiba (R$ 16,62), São Bernardo (R$ 18,91) e Belo Horizonte (R$ 19,83).

Preço do aluguel

Se, por um lado, o preço dos alugueis declina, a mesma regra não se aplica os índices que medem a inflação. O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), por exemplo, acelerou a alta a 0,20% em dezembro, contra avanço de 0,06% em novembro, com a maior pressão dos preços no atacado compensando o alívio no varejo.
O resultado também foi divulgado nesta quinta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os valores ficaram acima da expectativa da pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters com analistas, de alta de 0,17% na mediana das projeções.
A FGV divulgou, ainda o Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10). O estudo mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral e voltou a apresentar alta em dezembro, de 0,22%, após queda de 0,06% no mês anterior.

Outros índices

Já o Índice de Preços ao Consumidor-10 (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, mostrou menor pressão. Subiu 0,09%, após alta de 0,35% antes. A FGV destacou o comportamento do grupo Habitação, que recuou 0,36% após alta de 0,36% no mês anterior.
O Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10), por sua vez, teve avanço de 0,31%, contra alta de 0,16% em novembro. O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil. A obtenção dos dados foi realizada entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

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